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Tratar de MICOSE. Tinha. Tinea Corporis. Impingem,

Atenção: Texto incompleto.

(Quando o texto estiver completo esta nota será apagada)

A intenção deste texto não é fornecer uma receita para tratar micoses; é preparar o leitor para todas as eventualidades em caso de ser afectado por micose.

Dicas para tratar micoses, você encontra Neste Texto; E Neste; E Neste

Aqui também vão ficar algumas dicas de tratamentos para micoses, mas essa não é a função principal deste post.
Leia-o com calma e atenção, sobretudo se tiver alguma micose, porque lhe pode ser muito útil… e opte pelo tratamento que lhe parecer melhor e lhe inspirar mais confiança (ou resultar melhor no seu caso).
O que aconteceu comigo não acontece em todos os casos, pode não acontecer consigo, mas acontece em muitos casos; por isso convém informar e avisar.
Aqui vão ficar registadas as minhas conclusões. Espero que sejam úteis a muita gente.

Tinea Corporis

Quando alguém lhe indicar um tratamento para Impingem ou Tinha do corpo, Tinea Corporis, micose causado pelo fungo Trichophyton, pergunte se essa pessoa já teve alguma Impingem daquelas bem agressivas.

Eu tive agora uma micose dessas e posso assegurar-vos que, antes de passar por isso, ninguém faz ideia de como é.

Esta é uma foto da minha Micose, Impingem, Tinha do Corpo, Tinea Corporis, micose causado pelo fungo Trichophyton, cerca de 8 dias depois de ter surgido, quando identifiquei e comecei o tratamento.

Neste texto sobre doenças de pele encontra-se uma boa descrição e fotos que ajudam a identificar o tipo de micose.

Não sei como peguei esta micose. Tenho algumas suspeitas, mas só isso. No entanto, há alguns elementos que conferem com o que se diz, habitualmente, quanto à baixa da imunidade e sua relação com este tipo de contágios (com a probabilidade de se ser afectado por estas ou outras doenças): eu ainda não tinha curado, completamente, uma constipação que me trouxe uma crise terrível de sinusite e renite alérgicas, e estava, realmente, com a imunidade em baixo. Dava para perceber.

Esta micose apareceu como uma pequena lesão, redonda, de cerca de 1 cm de diâmetro, com ligeira escamação. Pensei que fosse picada de insecto e a respectiva reacção localizada.
Dada a sua localização no braço, em zona que a gente não vê se não for olhar, só dei por ela porque provocou uma ligeira comichão (coceirinha). Coloquei um pouco de tintura de cravinho como faço, habitualmente, em casos de afecções por picadas de insectos e outras. Como a comichão passou, não liguei mais importância, porque me acontece, muitas vezes, ter pequenas coisas deste tipo que desaparecem com uma única aplicação de tintura de cravinho… Porém, não foi o caso; passados 3 ou 4 dias (ou mais) voltei a sentir comichão.

Nessa altura já a Impingem, a Micose,  tinha aspecto semelhante ao da foto acima, mas um pouco mais pequena, com menos de 2 cm de diâmetro.

Comecei a tratar, com  os meus próprios recursos é claro, mas a Micose, a Impingem, (que eu ainda não sabia o que era) não cedia a nada, não apresentava melhoras, piorava de dia para dia.

Consegui identificar o que era, que era micose, que era Tinha, passados 3 dias desde o início do tratamento; melhor dizendo: ao fim de 3 dias de tentativas de tratamento, sem resultados. Significa isto que só identifiquei a micose cerca de uma semana depois daquela ligeira comichão referida acima…
Por saber que era contagioso e difícil de curar, decidi “atacar” com tudo o que tinha à mão (que, na altura, era pouca coisa).

Não tenho acesso à folha de mandioca e, por isso, passei a fazer um chá com várias plantas antimicóticas e antiinflamatórias (alecrim, arruda, alho, cebola, *cenoura, carqueja, tomilho, eucalipto…). Juntava, a esse chá, no momento de aplicar no braço, 2 gotas de cada uma das minhas tinturas e também 2 gotas de melaleuca viridiflora (niaouli) e depois de lavar demoradamente com o chá, aplicava um creme.

Mas notava que o efeito desses tratamentos, quando eles resultavam, durava pouco mais de 3 horas.
Se, passadas essas 3 horas, não repetisse o tratamento voltava o incómodo (não se pode dizer que fosse, propriamente, comichão) e a sensação de que a micose aproveitava para crescer um pouco mais… Portanto, todas as noites piorava.
Eu tinha em casa uma pomada anti-micótica (nem me lembro por que motivo a comprei) e fui à Farmácia, em busca de alguma coisa muito boa, que pudesse existir, para micoses e que eu desconhecesse; acabei comprando outra pomada anti-micótica, para aplicar de noite, pensando que talvez o efeito dessas pomadas fosse mais duradoiro do que o dos meus tratamentos caseiros. Foi “pior a emenda do que o soneto”. Acordava com os lábios inchados, sobretudo o lábio superior, a boca encheu-se-me de lesões (pequenas úlceras) e sabia-me às pomadas.
Sentia-me realmente doente. Foi horrível! Até a tossezinha que me ficara da constipação, a que eu não ligava porque não tossia de noite, se agravou e passou a autênticos ataques de tosse que me acometia sobretudo durante a noite…

Antes de me indicar e vender a pomada anti-micótica, o farmacêutico proferiu a “frase convencional”: -“devia ir ao médico”… Mas foi-me contando que ele próprio acabara de ter uma “coisa dessas” num pé; incomodava imenso, fazia comichão, esteve muito feia… mas acabou por curar. Foi ao médico e marcaram-lhe uma consulta para dermatologia, cuja data seria dali a alguns (poucos) dias. E concluiu: “Acha que eu vou á consulta, agora, depois disto curado?” “O que é que vou lá fazer?” “Não vou, claro!”
Fiquei mais esclarecida sobre e (in)utilidade de ir ao médico. Mas isto não pode ser, pelos motivos que enumerarei abaixo!

Voltando ao Tratamento:

Para a tosse comprei um xarope de abeto e voltei aos caldos de agrião. Passou em poucos dias.
Quanto à micose…

Nestas fotos é possível ver o inchaço do braço devido á dermatite, do lado onde se instalou a micose, e a pele muito afectada, cheia de bolhinhas inclusive, do outro lado do braço.
O resultado, no braço, foi eu ter ficado com uma extensa dermatite alérgica de contacto (segundo o diagnóstico das dermatologistas do Hospital), como documentam as fotos acima.
Ao fim de pouco mais de dez dias de eu ter percebido a micose, o braço passou a estar permanentemente inchado e vermelho, primeiro numa pequena área contígua à micose, com extensão não superior a 4 ou 5 cm. Mas esses inchaço e vermelhidão iam-se agravando e crescendo de dia para dia, até atingirem a quase totalidade do braço e terem o aspecto que as fotos documentam… Assustador!

Tratamento E Resultados, Passo a Passo

No início do tratamento da micose apliquei o chá descrito acima.
O tratamento sempre provocava alguma reacção e, por isso, aplicava um creme para aliviar. Usei vários cremes e pomadas incluindo VicksVaporub e um creme de Aloé com 97% de Aloé. Os cremes aliviavam, realmente, aquando da primeira aplicação, mas depois deixavam de fazer efeito ou, nalguns casos, contribuiam para piorar.
Depois da reacção à aplicação do tratamento, que eu tentava aliviar com algum creme, sentia-me muito bem… durante cerca de 3 horas, ou um pouco mais… Passado esse tempo, voltava tudo ao mesmo e não havia verdadeiramente melhoras (não parecia haver).
Houve 2 dias em que percebi melhoras animadoras. Foi quando apliquei um dente de alho esmagado, sobre a micose, que mantive, preso com um penso, durante cerca de 2 horas, e num outro dia em que repeti os tratamentos, com o chá e os cremes, várias vezes ao dia. Mas de noite tudo piorava. Notei que piorou menos quando apliquei o alho…
Porém, no dia a seguir, acho que confiei demais nos resultados, nas melhoras, e descurei um pouco o tratamento… Passados 2 dias voltei a aplicar o alho mas, devido a uma série de pequenos contratempos, deixei durante quase 6 horas e queimou (como é normal acontecer com o alho) e como se pode perceber na primeira foto acima. Desisti deste tratamento (com o alho), por temer o agravamento da queimadura…

O tratamento desta micose foi um verdadeiro drama. É verdade que eu fiz alguns disparates a evitar, de todo (que listarei no final do texto). Mas a demora da cura, apesar da insistência nos tratamentos,  deixou-me em grande confusão, algumas vezes sem saber o que fazer…

No início usei as pomadas anti-miocóticas, à noite, mas logo me arrependi e deixei de usar. Para além dos efeitos colaterais referidos acima, a micose piorava mais quando eu aplicava as pomadas do que quando fazia o “meu” tratamento caseiro.

Foi burrice minha ter usado as pomadas porque, neste texto sobre micoses, que eu escrevi, pode ler-se:
– “Evite tomar os medicamentos mais comuns que são usados para estes casos, porque fazem mais mal do que bem.”
– “Nalguns casos, estes produtos dificultam a cura, porque, fazendo mal ao organismo, prejudicam a recuperação e saúde dos tecidos, logo, a sua capacidade de imunidade às afecções.”
Portanto, sabendo isto, deveria ter imaginado que o mesmo se poderia aplicar às pomadas anti-micóticas…

Na tentativa de acertar com o tratamento (que eu esperava e queria de efeito rápido o que, agora, me parece impossível) fui pesquisando, na NET, tudo sobre micoses. Os resultados das pesquisas nem sempre foram compensadores, mas fui encontrando algumas coisas que ajudaram a perceber melhor a situação.

OS RESULTADOS DAS PESQUISAS, NA NET.

Sobre micoses e seu tratamento encontrei muitas generalidades, inúteis para o meu tratamento, mas também encontrei textos com alguma utilidade para perceber, em parte, o que se passava.
Vejamos:
1. Há um texto que copiei e de cujo não tenho o link, onde se diz, nomeadamente, isto:
– “. Os princípios activos das medicações antifúngicas são o miconazol, o clotrimazol, o econazol e quetoconazol.

(…) Podem decorrer vários dias até que os cremes antifúngicos produzam efeito (…)”
2. Noutro texto podemos ler:
– “Os ingredientes mais comuns encontrados nesses cremes e outras preparações tópicas são, clotrimazol, econazole, cetoconazol, miconazol, sulconazole, terbinafina, amorolfina e griseofulvina. Esses cremes podem, por vezes, danificar as células humanas, enquanto vai destruindo as células fúngicas. Isso pode causar alguns efeitos colaterais menores, como, prurido e sensação de ardor. (para mim tinham de ser os efeitos colaterais MAIORES?)
3. Noutro local encontrei isto:
– “todos os antimicóticos também actuam sobre as restantes células sendo, por isso, tóxicos e obrigando à administração de pequenas doses”.

Uma das minhas pomadas antimicóticas contém o “nitrato de Econazol”; e a outra (a que comprei agora) contém clotrimazol…

Portanto, conclui-se (e eu confirmei) que os cremes anti-fúgicos (pelo menos os que eu usei) não tratam a micose (desde o início do tratamento???)… mas atacam e afectam a saúde da pele e a sua capacidade de resistir às micoses… e ao tratamento. Pior: produzem sintomas de intoxicação interna e aumentam, muito, o mau-estar de quem as usa, prejudicando a recuperação e a cura.

Algumas questões, elementares mas não óbvias, a ter em conta nestas situações.
Os agentes causadores das micoses, os fungos, andam por aí, no meio ambiente e não só, convivendo conosco, e com os animais diariamente e “pacificamente” na maior parte dos casos… e alguns fazem parte do nosso organismo, tal como acontece com as bactérias.
Quando há situações de desequilibrio a favor  dos fungos, somos afectados por micoses; quando há desequilíbrio a favor das bactérias, somos afectados por infecções bacterianas. Sendo certo que uma pele medianamente saudável (e um sistema imunitário equilibrado) é muito menos susceptível de apanhar micose ou infecção, mesmo que em contacto com os respectivos agentes.
Também é sabido que as bactérias combatem os fungos e vice-versa. Portanto, quando estamos a fazer tratamento para micoses, há que ter cuidado para não exagerar e não apanhar infecção bacteriana e vice versa: quando estamos a fazer tratamento para infecção bacteriana, a tomar ou a aplicar antibióticos, temos de ter cuidado para não sermos afectados por fungos (micoses). Aliás, os antibióticos, em pomada ou comprimidos, costumam, nalguns casos, conter esse alerta: Não se deve prolongar o tratamento por muito tempo para não ocorrrer micose (por candida). Se o tratamento não resulta é porque o antibiótico não é o mais adequado.
Por isso, e não só, comecei a tomar levedura de cerveja e lactobacilos (para repôr a flora intestinal, o que é sempre importante em qualquer infecção ou afecção); porque sei que a cura depende muito do bom estado da pele; para reforçar as bactérias e permitir que a pele melhor pudesse resistir aos “ataques” dos fungos e também do tratamento.
Confesso que tive tentação de abrir uma cápsula de lactobacilos e espalhar na micose… Mas ainda bem que não o fiz. Primeiro porque, nessa altura, já era o desespero a falar e o desespero é mau conselheiro: o que mais me afectava era a dermatite alérgica e não a micose, que ficou quase confinada à sua área inicial, como se pode ver nas fotos abaixo; segundo porque estes lactobacilos têm, também, um estafilococos e a probabilidade de infecção seria maior…
Tomei ainda, a conselho da naturista (loja de produtos naturais), Equinácea e Vitamina C, para reforçar o sistema imunitário.
Também fiz, por 3 vezes (o que é bem pouco como tratamento) o meu batido de Aloé ou Babosa, usando uma folha inteira, das grandes, e tomando duma só vez.
Para as feridinhas na boca, referidas acima, (que eu julgo terem sido provocadas pelo uso das pomadas) fiz o meu sumo (suco) de beterraba vermelha, 2 vezes (o que também é muito pouco como tratamento) e elas sumiram…. mas a micose não melhorou tão consideravelmente quanto eu queria…
E ainda decidi voltar ao meu pequeno almoço de cereais (com chá) onde junto levedura de cerveja em pó, gérmen de trigo moído, farelo de aveia… porque, quando tomo esse pequeno almoço com regularidade, o aspecto da minha pele melhora muito e o funcionamento do intestino é regular. Portanto, só podia ajudar na cura… Agora decidi juntar ,também, sementes de linhaça…

O tempo que demorou a cura
A micose terá aparecido por volta do dia 20 de Setembro (as primeiras fotos datam de 28 de Setembro);
A dermatite piorou muito a partir do 15º dia e durante cerca de 10 dias, mesmo depois de eu ter ido, por 2 vezes, ao hospital;
Mas tudo desapareceu dum dia para o outro, como por milagre, de 15 para 16 de Outubro. Apenas ficou a marca da micose, que ainda não estava totalmente curada, mas que já não era problema. Como se vê na foto abaixo.

Estas 2 fotos foram tiradas com intervalo de 14 dias. A de cima documenta o aspecto da micose (ainda não totalmente curada) quando a dermatite desapareceu, dum dia para o outro.
As marcas da minha micose, depois de curada.
Como se pode ver, a micose ficou quase confinada à área inicial. São perceptíveis 2 ou 3 marcas de tentativas de propagação, só. Porém, há uma área afectada por despigmentação (que é, dizem, outro tipo de micose) que eu julgo ter sido provocada pelos tratamentos e que vai demorar a recuperar…
Mas voltemos ao tratamento da micose:
Quando o inchaço do braço e a vermelhidão (a dermatite) começaram a aumentar, fui à farmácia comprar uma pomada de cortisona.
Por azar, venderam-me uma pomada cuja literatura avisava para a eventualidade de ALERGIA ao excipiente. Para além disso, não conseguia espalhar a pomada no braço, ficava em pasta e não podia massajar devido à dermatite… Fui comprar o creme que é mais fácil de espalhar, o farmacêuitico enganou-se e vendeu-me outro anti-micótico, como só dei por isso em casa, atrasei em 3 dias o tratamento… o que é muito para uma micose e dermatite. Mesmo depois de passar a plicar o creme de cortisona, a micose não curou, nem a dermatite melhorou. Pelo contrário: a dermatite continuou a agravar-se, também por efeito da alergia ao excipiente da pomada, ou creme, de cortisona.
No dia 12 de Oututbro, terça-feira, fui à urgência do Hospital porque o meu braço não parava de inchar (via-se a pele a abrir fendas e a ficar em ferida), reagindo a todo e qualquer tipo de tratamento que eu usasse, incluindo ao chá.
A dermatologista que me viu disse-me que não era micose mas uma “dermatite alérgica de contacto”. Receitou-me uma pomada de cortisona cujo excepiente é vaselina, para aplicar 2 vezes ao dia, receitou-me vaselina para aplicar 2 vezes ao dia e receitou-me um anti-histamínico, em comprimidos, (que é também ansiolítico e anti-depressivo) para tomar 3 vezes ao dia. Além disso, deram-me uma injecção de cortisona, na veia, visto que o braço não parou de inchar durante todo o tempo de espera e de consulta…
Quando cheguei à Farmácia, passados 20 minutos, a farmaceutica ficou alarmada quando lhe disse que me tinham dado uma injecção de cortisona, porque o braço não melhorou tanto quanto seria de esperar.
Até me disse que achava muito estranho. Achava que eu devia voltar ao Hospital porque alguém tinha de descobrir o que se passava com o meu braço e o porquê de a cortisona não fazer efeito.
Não posso dizer que foi tempo perdido a ida ao Hospital; a pomada que a médica receitou não me provocava reacção alérgica, pude usá-la e, certamente, ajudou a curar; mas vim de lá frustrada e desiludida. Por um lado porque esperava, tal como a farmaceutica, outro efeito da injecção de cortisona; por outro lado por a médica me ter dito que não era micose, perante uma marca tão nítida e característica e, consequentemente, me ter mandado sem qualquer outra indicação de tratamento para a micose, para além da pomada de cortisona.
Do anti-histamínico só tomei um comprimido porque, como não dormia bem, achei que talvez ajudasse. Quebrei a minha jura, antiga; de nunca mais tomar anti-histamínicos. Tive imensos problemas devido aos anti histamínicos que tomava, que não curavam nada mas que me faziam muito mal.
Tomar o anti-histamínico ajudou. Acho que dormi melhor essa noite, mas no dia seguinte não tomei e não voltei a tomar. Tomei um ou outro comprimido de Valeriana, (de manhã porque a Valeriana não me deixa dormir) para substituir o anti-histamínico.
Quanto à injecção de cortisona percebi, no dia seguinte, o motivo pelo qual não fez efeito: tinha uma nódoa negra, sub cutânea, dura, no local onde levei a injecção, que doía ao passar o dedo…

Quando fui à loja de produtos naturais comprei alguns óleos essenciais (essências) anti micóticos, para mudar o tratamento, uma vez que tudo o que eu tinha usado até então me provocava, agora, reacção alérgica.

Depois desta primeira ida ao Hospital fiz o tratamento receitado pela médica (excepto o anti-histamínico) e passei a usar as essências como anti-micóticos, porque tinha a certeza de que isto era micose e não ia deixar de tratar só porque a médica dizia que não era micose. No intervalo dos tratamentos aplicava um creme para bebé, que me indicaram como sendo muito bom para aliviar nestas situações e que, realmente, me aliviava imenso, refrescando. Este creme diz que é 97% de origem natural…

Os óleos essencias (e outros) que usei como anti-micóticos.

Nos 2 dias seguintes o inchaço do braço diminuiu, mas a dermatite continuou a alastrar e chegou quase ao ombro.
Pior do que isso: passei a ter dermatite no peito e no pescoço, também. O que me fez voltar ao Hospital, no dia 14 (dois dias depois) ao fim da tarde.
A médica que me atendeu desta vez, achou que todo o tratamento estava errado, que a pomada de cortisona receitada pela outra médica era muito forte; receitou-me outra pomada de cortisona para aplicar 2 vezes ao dia, e uma pomada hidratante (muito boa, por sinal) para aplicar também 2 vezes ao dia. Nos intervalos, se necessário, podia continuar a usar a vaselina…. E receitou-me mais 2 anti-histamínicos diferentes.
Ah! E também disse que não era micose… Ainda lhe perguntei se tinha a certeza, se achava que eu não necessitava de me preocupar com contágios, mas a resposta foi peremptória: – “Não!”
Na verdade, quanto ao pescoço e ao peito, era evidente que se tratava de dermatite e não de micose e, por isso, eu quiz acreditar na médica e duvidar do meu instinto. Eu tinha a certeza de que tudo começou com a micose mas, em vista da reafirmação (clínica) de que não era micose, acreditei que esta já estaria curada e que apenas subsistia a dermatite… e abrandei muito o tratamento da micose (à excepção da aplicação da pomada de cortisona que também ajuda a tratar micoses). Também era óbvio que, no braço, não era a micose que se espalhava, não tinha aspecto de micose. O meu receio era que a micose se espalhasse, “apanhando a boleia” e por isso não conseguia deixar de aplicar o tratamento anti-micótico. A micose, realmente, tentou espalhar-se, as marcas são bem denunciadoras… mas, felizmente, não conseguiu progredir muito.

Apesar desta alteração no tratamento a dermatite não melhorou. Dois dias depois apareceu-me também na cara, que ficou inchada e vermelha, dum lado (do lado esquerdo, como era fatal que acontecesse segundo a teoria da naturista, baseada nos princípios da medicina tradicional chinesa…).
No dia 15, sexta-feira, à tarde, “bati no fundo“: sentia-me muito doente e completamente perdida. Estava com a cara inchada, a segurar um saco de gelo encostado à cara, mas sem vislumbrar qualquer alívio ou forma de o conseguir.
Tive sintomas de todo o tipo de doenças; até me doía o braço parecendo zona (provavelmente era zona que aproveitou para se instalar). Sentia-me muito mal!
Achei que não tinha alternativa: teria de voltar ao Hospital. Mas comecei a pensar nas hipóteses de tratamento no caso de ir ao Hospital e temi as consequências: Não me queria ver encharcada em cortisona e a padecer os respectivos males; idem para os anti-histamínicos.
Quando pensei que teria mesmo de voltar ao hospital lembrei-me de que não tomara os anti-histamínicos e tomei um comprimido.
Logo a seguir arrependi-me. Achei que aquilo só iria fazer-me mal e piorar a situação. Então decidi tomar 2 gotas de essência de niaouli (melaleuca viridiflora), que é muito boa para as alergias e não só; e a seguir fui ao meu cacto Aloé, o maior (Aloé Barbadensis), colhi uma folha grande, descasquei-a com muito cuidado de modo a ficar com as 2 partes da casca inteiras, coloquei a polpa do Aloé no copo da batedeira, juntei sumo de laranja natural (que era o único que tinha; costumo fazer com sumo de maçã), juntei uma maçã, com a casca, partida aos bocados, bati muito bem e bebi duma só vez.
Depois peguei nas duas partes da casca, cortei à medida do pé, coloquei dentro das meias, debaixo dos pés e “fui à minha vida” andando sobre as cascas do aloé durante várias horas (mais de 6 horas).

Foi remédio santo! No dia seguinte a dermatite tinha desaparecido completamente: da cara, do peito e pescoço, do braço; 
e o meu braço tinha o aspecto que se pode ver nesta foto…
Na foto é visível que a micose ainda não estava completamente curada, ao contrário do que eu cheguei a pensar e contrariando a afirmação das médicas dermatologistas do Hospital, de que não era micose: era micose e continuava a ser…
Esta foi a terceira vez que fiz e tomei o batido da folha do Aloé. Já tinha feito esse batido, por duas vezes durante este tratamento, mas não tinha colocado as cascas da folha debaixo dos pés, usei-as para passar na micose.
Quer o creme de Aloé, referido acima, quer as cascas das folhas do Aloé nunca me provocaram reacção alérgica. Não usei com mais regularidade porque me parecia que não obtinha, na hora, o alívio desejado.

Continuei a tratar a micose, agora principalmente com os óleos essenciais e com os cremes e as pomadas receitadas no Hospital, voltei a aplicar o alho, durante cerca de uma hora, só, de cada vez… e não voltei a ter problemas com a reacção à micose, ou ao tratamento.

Passados alguns dias aproveitei uma visita à veterinária e mostrei-lhe o braço. O diagnóstico saiu, espontaneamente e em tom algo alarmente: era micose, a marca é bem característica… e ainda não estava curada (a veterinária já teve este tipo de micose 2 vezes). Ainda ouvi um raspanete porque, como estava calor (àquela hora do dia) eu ia de manga curta e a veterinária achou que eu devia ter mais cuidado com os contágios (dos outros), devia “usar uma manguinha que me ficava muito bem”. Ainda balbuciei uma desculpa dizendo que perguntara isso mesmo à médica do Hospital, que me respondeu que não. Mas, quando lá voltei, levei uma manguinha…

Quanto à resposta da médica do Hospital, a veterinária desculpou-a dizendo que ela, certamente, nunca tinha visto, não conhecia… (Mas isso é assim? Se não conhece, se não sabe, não diz que não é necessário ter cuidado com contágios… Afinal de contas a médica dermatologista é ela; tem obrigação de conhecer as doenças que afectam a pele das pessoas e deve recomendar os cuidados necessários para evitar os contágios; faz parte da sua função… E eu confesso que cheguei a acreditar que não era micose, que a micose já tinha passado, porque as 2 médicas me disseram o mesmo…)
Conclusões:
De tudo o que fica dito (e da minha experiência) pode-se concluir:
1. As micoses são difíceis de curar, têm grande resistência aos tratamentos e ainda por cima têm a capacidade de “molestar” a pele de modo a sensibilizá-la e provocar enormes dermatites. Ou então teremos de concluir que todo e qualquer tratamento para micose afecta a pele e é susceptível de provocar dermatite, em casos de pele mais sensível. Ou então podemos concluir que, nos casos em que ocorre, a dermatite resulta do “esforço” da pele para  combater a micose (suscitanto uma maior actividade bacteriana???)
No meu caso, constatei que a sensibilização e intolerância da pele se restringia, no início, à área afectada pela micose e zonas adjacentes. Experimentei usar um gel refrescante, para pernas cansadas, na micose, depois do tratamento, mas a reacção alérgica foi imediata. Todavia, logo a seguir, aproveitei o gel que restava na saqueta e apliquei-o nas pernas; não houve qualquer reacção alérgica.
2. As micoses têm de ser tratadas e curadas. Mesmo nos casos mais complicados, dão trabalho, mas são possíveis de curar, desde que com o tratamento certo (mas eu não sei dizer o que me curou…).
3. Em caso de ocorrer dermatite, não desespere. Pode abrandar um pouco o tratamento da micose e cuidar da dermatite, porque curará a micose de igual modo.
4. Antes de começar a tratar uma micose tem de ter um diagnóstico concreto. Se aplicar um tratamento para micose a uma afecção doutra natureza pode só conseguir complicar as coisas. Assim como só vai conseguir complicar as coisas se aplicar um tratamento para infecção bacteriana numa micose. É também por isso que é tão desesperante ver os especialistas (os médicos dermatologistas) falharem nestas coisas. Não pode ser! Os sistemas de saúde têm de funcionar de modo a tratarem as pessoas atempadamente e de forma adequada. É para isso que existem.
5. Quando trata uma micose, ou uma infecção doutra natureza, tem de ter cuidado e de saber avaliar se a micose não passou a infecção (devido ao excesso de tratamento) e vice-versa; para parar o tratamento a tempo e não complicar demais a sua vida.
Os tratamentos naturais (com plantas e seus preparados) são mais fiáveis e menos arriscados, nestes casos. A maioria das plantas são anti-micóticas e anti-bacterianas, ao mesmo tempo e, por isso, a ocorrência de micoses em resultado de tratamentos para infecções, ou de infecções em resultado de tratamentos para micoses é muito menos provável. No entanto, para micoses devem escolher-se as plantas com actividade anti-micótica mais acentuada, de modo a tornar o tratamento mais eficiente. E, para infecções, escolhem-se as plantas com actividade predominantemente anti-bacteriana…
Tenho outra história, de micoses, para contar… ilustrada pela foto abaixo

Este braço não é o meu. è duma outra pessoa que também apoanhou micose, pouco tempo depois de mim, porovavelmente no mesmo local e pela mesma via de contágio…

Esta micose esteve cerca de 15 dias sem tratamento e só quando começou a alastrar e afectou o outro braço também é que a pessoa foi ao médico. Há mais de 3 semanas que esta micose está a ser tratada, PELO MÉDICO Dermatologista… com antibióticos.
A pessoa afectada diz que a “infecção” já esteve pior. Eu não sei porque só agora a vi. Diz que está a melhorar… mas a mim não me parece que este seja aspecto admissível para uma infecção com 3 semanas de tratamento. As infecções curam-se em muito menos tempo… portanto, só resta a explicação de “isto” ser o que parece: ser micose… e estar sem tratamento adequado; por isso não cura… Este doente é daqueles que só faz o que o médico manda…

Parece que os médicos dermatologistas, em Portugal, desconhecem o que é micose e não sabem identificar, nem mesmo quando as marcas são bem características, inconfundíveis… Mas nem têm dúvidas, não mandam analisar e verificar se é, ou não, micose.

Este médico mandou fazer “Exame bacteriológico” (com cultura) e teste de sensibilidade aos anti-bióticos..
Mas se não for bactéria, se calhar o Exame Bacteriológico não adianta…

Atenção Senhores (e Senhoras) Médicos Dermatologistas (em Portugal)! As fotos que se apresentam, AQUI, são de micose… inconfundível até pelo aspecto bem característicos. Os senhores não podem continuar a pôr em risco a saúde pública, quer deixando as pessoas afectadas sem o tratamento adequado, quer não prevenindo para as possibilidades de contágio e não prescrevendo, igualmente, as medidas necessárias para evitar os contágios, de terceiros ou dos próprios doentes.

Tratamentos para micoses
1. Encontrados na NET:
a) Tratamento: Segundo Dr. Degmar, usar: Pau D’Arco ou Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae), entrecasca, decocção, tintura; Barbatimão (Stryphnodendron adstringens), entrecasca para uso externo só, decocção; Tea Tree ou Melaleuca (Melaleuca alternifolia), óleo para uso externo; Cajuru (Arrabidea chica), folhas, infusão, uso int. e ext.; Arruda (Ruta graveolens), folhas, tintura par uso ext. principalmente nas unhas; Calêndula (Calendula officinalis), flor, tintura; Capuchinha (Tropaeolum majus), planta toda, uso int. e ext.; Cravo-da-índia (Eugenia caryophillata), óleo essencial, aplicada somente na unha para onicomicoses; Neen indiano (nim), Azadiracta indica), planta toda, (NA: óleo da semente), uso tópico; Tomilho (Thymus vulgaris), planta toda, óleo essencial rico em timol. Manter o local afetado sempre seco.
b) Quando for se deitar misture o sumo (suco) de alho, cebola, limão, alfafa e azeite (de oliva), aplique sobre o local e deixe até o dia seguinte.
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
— Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI

  • Ubiquiti Reparos

    Olá, você só não falou se orou a Deus, acho que se no início tivesse feito isso…